segunda-feira, 4 de abril de 2011

NOTAS VERMELHAS


Cada nota vermelha no final do bimestre implica em um bom tempo de sofrimento e frustração para o professor que vem dando o melhor de si para tentar ensinar em vão. O que se nota, salas cheias, superlotadas e muito trabalho, cansaço, tudo em vão. Geralmente, recebe-se uma receita pronta, elaborada esta há décadas de puro fracasso. Vemos que de vez em quando, verdade ou não, aparece uma escola pública com um método que deu certo.
Pois bem, aí se nota ousadia no plano, criatividade e autonomia.
Como despertar interesses em jovens que já nascem massificados e parece que o sistema, classifica-os como pessoas iguais, feitas em séries?
Usando antigo chavão...
Nenhum hospital consegue se sobressair, nem seus médicos, deixando parte grande de seus pacientes morrerem. Se um remédio não surte efeito, substitui-se por outro.
Também o aluno precisa entender que ele não vem à escola para ser aprovado sem saber, ou simplesmente ser reprovado.
É necessário antes de tudo, a ajuda e a conscientização dos pais que devem estar cientes que a parte mais importante nesse processo compete a eles.
O que é importante para o filho?Passar sem saber nada?Reprovar?Ou ganhar tempo na vida destinando-o, dirigindo-o, conduzindo-o e se disciplinando, a saber, separar bem as coisas.
Estudos, família, diversões.
A escola como mediadora tem autonomia sim de poder ousar.
Aluno copista é palavra da moda, mas não podemos nos esquecer que se o texto for interessante, ele copia lendo, e copiando estará aprendendo a escrever melhor, e lendo estará interpretando.
De nada adianta a imposição de poluição de letras, livros e mais livros para lerem.
Sem que os desperte a esse gosto, tudo estará fadado ao fracasso...
O gosto pela leitura, se desperta aos poucos, com um texto interessante, um poema, e juntamente dos mesmos, trabalhando levemente a gramática. E por fim entendermos que a progressão continuada foi elabora para isso, e interpretada erroneamente pelo sistema.
O aluno precisa sim passar por avaliações, mas ele precisa também, ter a responsabilidade de realizar os conteúdos do dia, e serem supervisionados pelos pais.
A Escola poderá mudar seu quadro e sair das notas vermelhas, o que implicará certamente numa aprendizagem, onde alunos escrevendo mais, escreverão melhor,lendo e interpretando mais,,estarão ao sair da escola, munidos de uma alfabetização mais satisfatória.
O professor certamente,depois de um tempo perceberá que ele apenas estará orientando nas aulas,mas quem deve trabalhar os conteúdos são os alunos,isso fará com que se diminua o estresse provocados por alunos que desocupados ficam á margem das aulas,atrapalhando o andamento destas.
Os adolescentes têm muitos direitos sim!
Entre eles está o direito de crescer em sabedoria e aprendizagem.


Fonte: http://www.artigonal.com/educacao-infantil-artigos/notas-vermelhas-2927361.html


Perfil do Autor

Quem Quem sou eu ?Pergunto agora.Pois bem... Quando menina, ás letras amava.Depois do tempo, mais ainda também. Joguei muitas letras numa lousa com giz.Apaguei com apagador. Continuo desenhando palavras.Continuo falando de amor. De onde venho?Talvez possa responder.Saudade fez vir embora. Taquaritinga, do tupi guarani.Sampa, minha cidade agora. Dois rebentos, homens e meninos.De almas, sempre contentes Minhas flores, meus amores.De minhas entranhas sementes. Amo as letras como quem ama dar aos versos a luz. Toda rima simples,sonetos, prosas versos, ao amor me conduz. Sou plena, liberta de toda prisão... Sou poetisa, que vive ás margens.Mas tem centro, o coraçã

quinta-feira, 24 de março de 2011

PROVA BRASIL - DIFERENTES GENEROS PARA TRABALHAR OS DESCRITORES DA LINGUA PORTUGUESA


PROVA BRASIL - DIFERENTES GENEROS PARA TRABALHAR OS DESCRITORES DA LINGUA PORTUGUESA
A Prova Brasil de Língua Portuguesa avalia não somente a leitura. O texto está sempre presente nas questões, porem, nunca é proposta a leitura de palavras ou frases isoladas para os alunos, isso desde os níveis iniciais. A prova exige a familiaridade com diferentes gêneros artigo de opinião, notícia, verbete, fábula, conto, quadrinhos etc., sempre apresentados antes de cada questão. Todas contêm quatro alternativas de resposta (apenas uma é correta) e se refere a um descritor de um total de 15 trabalhados.


Uma idéia básica norteia toda a prova: as habilidades que um aluno mobiliza para dar sentido a uma leitura estão diretamente relacionadas ao material que ele leu. A tarefa sempre tem uma complexidade diferente, dependendo do gênero apresentado e da linguagem utilizada, além da familiaridade com o assunto tratado nas aulas precedentes à prova, durante o bimestre letivo. 

As questões sempre identificam o tema de um texto. Por exemplo: quando se referem a uma notícia, o aluno já familiarizado com o gênero sabe que ela anuncia um evento a ser realizado no futuro próximo ou relata um fato já acontecido.


A Prova Brasil prima pelo cuidado ao formular o enunciado de um título de texto que sintetiza todas as informações necessárias ao entendimento do aluno que percebe a facilidade em responder corretamente sem maiores problemas.


A tarefa se mostra mais complexa quando se trata de um verbete, especificamente quando a questão requer relacionamento de seguimentos para que haja compreensão. Nesse caso, faz-se necessário a aquisição de outro tipo de conhecimento aquele acumulado ao longo das explicações do professor
durante as aulas.


A Prova Brasil, também apresenta questões onde o aluno é convidado a localizar as informações explicitas em algum texto, o que varia o grau de dificuldade, dependendo da familiaridade que o aluno tem dom o descritor 1 que trata do assunto. Para que o aluno se dê bem, faz-se necessário efetuar um boa leitura, onde vai-se relacionando os conhecimentos já adquiridos com as novas informações trazidas no texto em questão.
A habilidade de inferir sentido de uma palavra ou expressão requer do aluno igual atenção. Responder às questões da Prova Brasil parece ser fácil, mas não é. Para descobrir o sentido delas, é preciso atentar-se ao contexto e às pistas lingüísticas trazidas na questão. O aluno vai encontrar o significado da expressão, somente depois de ativar os conhecimentos que já traz sobre o assunto.
Todas as situações aqui colocadas e as demais da Prova Brasil primam pela identificação de gênero a que pertence o texto trabalhado. Isso se dá porque o mais importante é compreender qual a finalidade comunicativa de cada um dos descritores.
Enfim, a Prova Brasil é baseada nos currículos propostos por redes estaduais e municipais com as capacidades apresentadas na prova por meio de descritores, que, como o nome indica, descrevem o que é preciso dominar das habilidades de Língua Portuguesa. Essas habilidades são o mínimo que os alunos têm que saber. Sem isso, não podem ser considerados aptos na disciplina.

http://www.artigonal.com/linguas-artigos/prova-brasil-diferentes-generos-para-trabalhar-os-descritores-da-lingua-portuguesa-3712438.html

terça-feira, 8 de março de 2011

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Projeto Paz em Ação - Profª Marlene - 5º ano






Projeto Paz em Ação - Profª Clésia - 5º ano













Projeto Paz em Ação - Profª Andreia - 5º ano



A luta pela paz

Ao abrirmos, diariamente, os jornais nos deparamos com notícias sobre fatos violentos, próximos ou distantes de nós, que nos colocam em situação de impacto emocional pela gravidade do que é descrito. Muitas vezes, somos atingidos por um sentimento de indignação e por uma sensação de impotência, diante dos fenômenos que estamos presenciando. Tomamos conhecimento desses fatos não só, através da mídia, mas ,também na família, em ambiente de trabalho e em rodas de amigos. Acompanhando a sensação de impotência que nos atinge aparece, também, o questionamento sobre nossa responsabilidade frente a eles. Surge, então, a pergunta: o que fazer? Fica evidente que estamos vivendo em uma cultura de guerra e de violência 


A dimensão cultural da violência, ou seja, como criação humana, ligada, portanto, ao ato de ensinar, aprender e educar ,abre caminhos que apontam para a possibilidade que temos de poder transformar esse cenário, abandonando o lugar de espectadores passivos da cruel realidade que está pondo em risco a sobrevivência da humanidade. Outro argumento a considerar é que as violências não são fenômenos naturais, assim sendo, está em nossas mãos transformar a cultura da violência em uma cultura de paz. A paz é o contrário de violência, sendo necessário que as reflexões sobre paz e violência sejam realizadas ao mesmo tempo. Como a violência, a paz é, também, um fenômeno complexo, tendo uma dimensão cultural, ligada ao ato de ensinar e de aprender.
A paz não é um estado doado, mas sim construído, colocando-nos como sujeitos e seus construtores. Carlos Rodrigues Brandão, afirma que a paz é “uma criação do exercício generoso do diálogo entre as pessoas que não pode ser outorgado. Um dever de direitos que nos cabe, porque somos individual e coletivamente responsáveis, seres da sociedade, dos povos e nações da terra” (BRANDÃO, Carlos Rodrigues. Em campo aberto: escritos sobre educação e a cultura popular. São Paulo. Cortês, 1995, p.48.)
A construção da paz exige não só o comprometimento pessoal, mas também a ação coletiva, ou seja, o agir em concerto. A paz se constrói a partir do poder que cada um tem, mas que precisa ser fortalecido.
O empoderamento [1] de cada um e da ação coletiva no combate à violência e em prol da paz pode ser reforçado pelo conhecimento da ação de pessoas que dedicaram suas vidas a esta causa, legando exemplos a serem seguidos. Esses exemplos apresentam idéias, métodos e conquistas que apontam para um maior êxito do caminho a percorrer ,no presente, para atingir o que se busca ,na construção da paz. Na impossibilidade de citar todos os que se notabilizaram, na luta contra as violências e na construção da paz-homens, mulheres e crianças, em todos os cantos do planeta, foram selecionados alguns para que suas histórias constituam-se em fonte inspiradora para“ forjar um mundo de justiça, solidariedade, liberdade, dignidade, harmonia e prosperidade para todos “(Manifesto 2000-Por uma cultura de paz.
Pessoas premiadas com o Nobel da Paz. UNESCO). Entre os líderes da paz, destacam-se:
Mahtama Gandhi (1869-1948)- Gandhi foi um indiano que lutou contra o sistema de castas e pela independência da Índia contra o domínio britânico. Ele lutou através da não-violência que consiste na recusa da violência, como forma de resolver os conflitos, e a adoção do princípio da verdade e da justiça. Gandhi congregou o povo indiano a resistir de forma pacífica contra os tribunais e às leis recentemente impostas . Entre as medidas tomadas cita-se: indianos recusaram a cargos públicos, crianças foram retiradas de escolas oficiais, produtos estrangeiros foram boicotados e foi realizada uma marcha até o mar para a extração do sal, desobedecendo às leis britânicas. Foi assassinado em 30 de janeiro de 1948.
Bertrand Russel (1872-1970)-Foi escritor e filósofo inglês que ganhou o premio Nobel de Literatura. Na Primeira Guerra Mundial lutou contra o serviço militar obrigatório e contra a participação de pessoas na guerra, sendo preso por esta razão. Participou dos movimentos contra as armas nucleares .
Martin Luther King Jr. (1920- 1968) Advogado americano e pastor batista lutou contra discriminação racial, através da não-violência. Conseguiu o FM da segregação contra negros, nos Estados Unidos. Recebeu o premio Nobel da Paz em 1964. Em um famoso discurso diz :…Eu tenho um sonho que meus filhos viverão um dia numa nação onde não seriam julgados pela cor de sua pele ,mas sim pela virtudes de seu caráter …
Song Kosal –Foi uma criança que acompanhava sua mãe e irmãos nas plantações de arroz do Camboja ,na Ásia e ao pisar em uma mina terrestre perdeu uma perna .Passou a lutar por um mundo sem armas . Em 1997, no Canadá, assinou o Tratado dos Povos contra as Minas Terrestres. Lançou a campanha mundial – Juventude Contra a guerra. Atualmente, ela é a embaixadora da Campanha Internacional para a Eliminação das Minas Terrestres, viajando pelo mundo inteiro, exortando pessoa a lutarem contra as minas terrestres .
Herbert de Souza, o Betinho (1935-1997)-Atuou na década de 50 como líderes estudantil defendendo os direitos dos operários. Lutou contra a ditadura militar e apoiando as lutas sociais. Militou na Ação da Cidadania contra a Miséria e pela Vida que foi lançada em 1993 com o seguinte postulado: “Não se pode viver em paz em situação de guerra. Não se pode comer tranqüilo em meio à fome generalizada. Não se pode ser feliz num pais onde milhões se batem no desespero do desemprego, da falta de condições mais elementares de saúde, educação, habitação e saneamento. A insanidade de um país que marginalizou a maioria deve terminar agora. Devemos criar em todos os lugares a ação da cidadania em luta contra a miséria e pela vida”
As pessoas que desejam conhecer mais sobre os líderes citados e outros, podem realizar pesquisas divulgando-as, através de peças teatrais, teatros de fantoches, criados ou não pelos alunos. Podem, também, organizar debates, palestras, exposições de fotografias, de textos, de desenhos e pinturas dos temas pesquisados. E promover campanhas, cujos focos sejam inspirados nas ações realizadas por pessoas que lutam ou lutaram pela paz.

Bibliografia:
·         BRANDÃO, Carlos Rodrigues. Em campo aberto: escritos sobre educação e a cultura popular. São Paulo. Cortês, 1995, p.48.
·         GUIMARÃES, Marcelo Rezende. Cidadãos do Presente : crianças e jovens na luta pela Paz. São Paulo: Saraiva 2002.
Fonte: http://www.educapaz.org.br/index.php?option=com_content&task=view&id=118&Itemid=2



quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Alunos Iniciando a plantação do jardim


Projeto Horta e Jardinagem



Nosso objetivo é sensibilizar e conscientizar os alunos de que a vida depende do ambiente e o ambiente depende de cada cidadão deste planeta. Desta forma despertamos o interesse dos alunos pelo cultivo do jardim e em breve o cultivo da horta.  Daremos oportunidade aos alunos de aprender a cultivar plantas utilizadas como alimentos, conscientizando da importância de estar saboreando um alimento saudável e nutritivo.