sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Encontro Pedagógico das Escolas Municipais - 21/01/2011







Nessa sexta-feira, dia 21 de janeiro de 2011, professores juntamente com a equipe pedagógica da SME (Secretaria Municipal de Educação) receberam os professores, auxiliares administrativos e auxiliares de higiene e alimentação da rede municipal de ensino, para discutirem sobre a temas referentes ao processo de ensino aprendizagem.  O local escolhido para a realização do evento foi a Escola Municipal Sebastiana Maria de Jesus.
A Secretária Municipal de Educação Silvânia Soares Ferreira abriu os trabalhos da reunião, proferindo palavras de agradecimento a todos pela participação, onde cerca de 95% dos convidados compareceram e participaram ativamente do encontro.
Na ocasião a Inspetora Delma Lima explicou sobre as novas regras do Regimento Escolar a partir do ano de 2011.
Os trabalhos foram coordenados pela Secretária de Educação Silvânia Soares Ferreira e e pela Equipe Pedagógica da Secretaria Municipal de Educação, que realizaram um trabalho de sensibilização, no tocante a importância da participação e também quanto à necessidade de sempre estar se atualizando seja qual for o cargo ocupado pelo profissional. Assuntos com aprendizagem através da música, dramatização, produção de textos e dinâmicas também fizeram parte da programação.

 “Na prática do ato educativo os momentos de socialização e a troca de informações e experiências são ações que nos fazem crescer, porque permite uma interação positiva, além de possibilitar dinâmicas de ajustes naquilo que se fizer necessário, daí a importância desses encontros pedagógicos para analisar e valorar o que está sendo realizado no esquema de ensino-aprendizagem”, Luciana Cordeiro.

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Visita das Coordenadoras da Secretaria Municipal de Educação - SME Alexânia

(Ivana (Diretora), Cristiane (Coordenadora) Claudia Renata e Keila (Coordenadores da SME)

Visita do Coordenadores da SME

Recebemos nesta terça-feira (18/01/2011) a visita das coordenadoras da Secretaria Municipal de Educação Claudia Renata Tomazini e Keila Bezerra Sampaio .
Na ocasião elas se apresentaram, leram uma mensagem de motivação para os professores, o comentaram sobre a importância dos professores se dedicarem a seu trabalho, para que este seja bem desenvolvido. Aproveitaram ainda para falar sobre o Projeto Aprendizagem, e sua importância e colocaram  a disposição dos professores para ajudar quando houver necessidade.


segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Mas o que são, afinal, competências e habilidades?


Mas o que são, afinal, competências e habilidades?



Como muito bem coloca Perrenoud (1999), não existe uma noção clara e partilhada das competências. Mais do que definir, convém conceituar por diferentes ângulos.
Poderíamos dizer que uma competência permite mobilizar conhecimentos a fim de se enfrentar uma determinada situação. Destacamos aqui o termo mobilizar. A competência não é o uso estático de regrinhas aprendidas, mas uma capacidade de lançar mão dos mais variados recursos, de forma criativa e inovadora, no momento e do modo necessário.
A competência abarca, portanto, um conjunto de coisas. Perrenoud fala de esquemas, em um sentido muito próprio. Seguindo a concepção piagetiana, o esquema é uma estrutura invariante de uma operação ou de uma ação. Não está, entretanto, condenado a uma repetição idêntica, mas pode sofrer acomodações, dependendo da situação.

Vejamos um exemplo:

Quando uma pessoa começa a aprender a dirigir, parece-lhe quase impossível controlar tudo ao mesmo tempo: o acelerador, a direção, o câmbio e a embreagem, o carro da frente, a guia, os espelhos (meu Deus, 3 espelhos!! Mas eu não tenho que olhar para a frente??). Depois de algum tempo, tudo isso lhe sai tão naturalmente que ainda é capaz de falar com o passageiro ao lado, tomar conta do filho no banco traseiro e, infringindo as regras de trânsito, comer um sanduíche.
Adquiriu esquemas que lhe permitiram, de certo modo, "automatizar" as suas atividades.
Por outro lado, as situações que se lhe apresentam no trânsito nunca são iguais. A cada momento terá que enfrentar situações novas e algumas delas podem ser extremamente complexas. Atuar adequadamente em algumas delas pode ser a diferença entre morrer ou continuar vivo.
A competência implica uma mobilização dos conhecimentos e esquemas que se possui para desenvolver respostas inéditas, criativas, eficazes para problemas novos.
Diz Perrenoud que "uma competência orquestra um conjunto de esquemas. Envolve diversos esquemas de percepção, pensamento, avaliação e ação.

Pensemos agora na nossa realidade como professores. O que torna um professor competente?

Ter conhecimentos teóricos sobre a disciplina que leciona? Sem dúvida, mas não é suficiente. Saber, diante de uma pergunta inesperada de um aluno, buscar nesses conhecimentos aqueles que possam fornecer-lhe uma resposta adequada? Também.
Conseguir na sala de aula um clima agradável, respeitoso, descontraído, amigável, de estudo sério? Bem, isso seria quase um milagre, uma vez que várias dessas características, todas desejáveis, parecem quase contraditórias. Conseguir isso em um dia no qual, por qualquer motivo, houve uma briga entre os alunos? Esse professor manifestaria uma enorme competência no relacionamento humano.
Poderíamos listar muitíssimas outras. Perrenoud, em outro livro (10 Novas Competências para Ensinar), trata de algumas delas.

O conceito de habilidade também varia de autor para autor. Em geral, as habilidades são consideradas como algo menos amplo do que as competências. Assim, a competência estaria constituída por várias habilidades. Entretanto, uma habilidade não "pertence" a determinada competência, uma vez que uma mesma habilidade pode contribuir para competências diferentes. Uma pessoa, por exemplo, que tenha uma boa expressão verbal (considerando que isso seja uma habilidade) pode se utilizar dela para ser um bom professor, um radialista, um advogado, ou mesmo um demagogo. Em cada caso, essa habilidade estará compondo competências diferentes.

Competências e habilidades no currículo

Se o conceito de competências e habilidades não é unívoco, mais ainda varia o modo como estão sendo tratadas na prática. Os PCNs, os currículos estaduais, outros documentos (como por exemplo os do ENEM e do SAEB) dão tratamentos diferenciados.
Um dos complicadores da situação, a meu ver, é que há uma mistura entre competências, habilidades e conteúdos conceituais. De fato a competência, para ter a mobilidade que a caracteriza, não pode estar associada a nenhum conteúdo específico. Entretanto, admito que é muito difícil organizar um programa ou currículo sem fazer essa associação.

Vejamos um exemplo:

  • Desenvolver a capacidade de questionar processos naturais e tecnológicos, identificando regularidades, apresentando interpretações e prevendo evoluções.
  • Utilizar instrumentos de medição e de cálculo. Procurar e sistematizar informações relevantes para a compreensão da situação-problema. Formular hipóteses e prever resultados.
  • Reconhecer o sentido histórico da ciência e da tecnologia, percebendo seu papel na vida humana em diferentes épocas e na capacidade humana de transformar o meio.
  • Entender o impacto das tecnologias associadas às ciências naturais, na sua vida pessoal, nos processos de produção, no desenvolvimento do conhecimento e na vida social.

Entretanto, para desenvolver essas competências será necessário que elas sejam trabalhadas em conexão com algum(ns) conteúdo(s) conceitual(is). Os currículos estaduais estão em geral refletindo essa associação. Vejamos alguns tópicos (classificados como competências) do currículo do distrito federal:

  • Identificar a célula como unidade responsável pela formação de todos os seres vivos, não existindo vida fora dela.
  • Explicar os processos de transmissão das características hereditárias e compreender as manifestações físicas e socioculturais delas.
  • Compreender que as espécies sofrem transformações ao longo do tempo, gerando a diversidade, segundo seleções, adaptações e extinções.

Como podemos perceber, ao fazer-se a combinação competência / conteúdo conceitual perdeu-se a mobilidade. Entretanto, isso não quer dizer que não se possam desenvolver, por esse caminho, competências móveis. Por exemplo, aqui se fala das manifestações físicas e socioculturais ligadas à transmissão das características hereditárias. Se forem trabalhadas também manifestações socioculturais em outros aspectos da ciência, ao longo do currículo, a competência de detectá-las e compreendê-las em diferentes situações estará sendo construída.
Penso que ainda temos muito o que aprender quanto aos modos de expressar e principalmente de desenvolver competências e habilidades como objetivos de ensino e aprendizagem. Certamente, terá que ser uma construção coletiva.
É também Perrenoud quem diz que "construir uma competência significa aprender a identificar e a encontrar os conhecimentos pertinentes". Por isso, "se estiverem já presentes, organizados e designados pelo contexto, fica escamoteada essa parte essencial da transferência e da mobilização".
Do ponto de vista prático, isso significa que é necessário que os alunos descubram os seus próprios caminhos. Quanto mais "pronto" é o conhecimento que lhes chega, menos estarão desenvolvendo a própria capacidade de buscar esses conhecimentos, de "aprender a aprender", como tanto se preconiza hoje.
Levada ao extremo, essa concepção tornaria desnecessária - e mesmo prejudicial - a atuação do professor. Entretanto, não é essa a interpretação que damos. O professor tem que reconhecer, isso sim, que o ensino não pode mais centrar-se na transmissão de conteúdos
conceituais. Ele passa a ser um facilitador do desenvolvimento, pelos alunos, de habilidades e competências.

Fonte: www.educacao.es.gov.br

Professores da Escola / 2011 | 1º dia de Planejamento Anual










Importância do Planejamento

Início de ano letivo, professores reunidos, direção da escola disposta a dar novos rumos ao trabalho, aulas prestes a se reiniciar, alunos ansiosos por alterações e melhorias... O que fazer? Como renovar a escola e, principalmente, os cursos e aulas? De que forma é possível, logo na largada do período escolar, dar alento e ânimo a todos os participantes da comunidade educacional em que trabalhamos?
O primeiro passo é, sem qualquer sombra de dúvidas, levar o planejamento escolar anual muito a sério. De nada adianta reunir o grupo de professores da escola para simplesmente atualizar as datas e realizar pequenas modificações no plano de curso apenas para constar que isso aconteceu. Sei que muitos professores que estiverem lendo essas linhas podem até ficar ofendidos, afinal de contas o puxão de orelhas está sendo direcionado de forma generalizada e, certamente, há profissionais que se preocupam (e muito) em realmente melhorar seus projetos de trabalho de um ano para o outro.
Mas a realidade, conhecida por muitos e também praticada por um sem-número de professores, é que os planos de ensino de anos anteriores já são tão bons que nem precisam ficar sendo alterados, repensados, atualizados e modernizados. Assim pensam tantos que isso já se tornou prática mais do que comum em inúmeras escolas.
Modificar a forma de pensar o plano escolar anual e agir nesse sentido é mais do que necessário e, certamente, é o primeiro e decisivo passo para que a escola seja outra no ano que se inicia. Assuma o compromisso em benefício de seus alunos e também de você mesmo, afinal de contas, ficar dando as mesmas aulas e repetindo iguais idéias ano após ano é coisa para quem tem pouquíssima imaginação... Esse certamente não é o seu caso... Ou é?

Fonte: Planeta Educação (João Luís de Almeida Machado)

Agendas Confeccionadas para os professores



Mensagem lida na 1ª Reunião com os professores - Janeiro de 2011

"Muito obrigado meu aluno problema"

Sua letra não é legível, seu caderno não tem capricho, a capa está arrancada, o dever,  incompleto, as “orelhas” se multiplicam.

Seus lápis quando existem, nunca estão apontados. Você se distrai com o ruído de uma mosca. É o ultimo a responder as ordens, o primeiro a liderar o barulho. Se você levanta a mão, reluto em lhe dar a palavra – só vem besteira- você já chega amarfanhado de casa, com a cara suja de vestígio de lágrimas – você brigou na rua, ou foram os tapas de seu pai que já perdeu a paciência há muito tempo?
As avaliações são um pesadelo para você. E o resultado....Ah! Meu Deus, como eu gostaria de não ser professora, desistir de tudo para não enfrentar os seus olhos....onde a cada dia morre a esperança.
Eu já tentei de tudo com você – bons modos, maus modos, gritos, chantagens, exigi, insisti, gritei, implorei....você continua não respondendo a minha didática elaborada, a minha experiência de tantos anos.
Por você, me tornei insegura. Analisei os conteúdos, constatei a validade de alguns, aprofundei, condenei, revi meus critérios de avaliação.
Por você, fiquei humilde. Achei pouco os meus recursos. Pedi ajuda. Comparei meus instrumentos de aprendizagem. Discutir com os colegas. Fui ao supervisor, ao orientador.
Por você, eu estudei, Fui buscar conhecimento que me faltavam, achei tempo para uma pesquisa mais elaborada das causas de seus problemas.
Por você, eu criei. Não me limitei ao existente. Criei novas formas de abordagem do conteúdo, nova estratégias, novas motivações, nova distribuição do tempo.
Por você, procurei conhecer uma criança “normal”. Como ela pensa? Como ela age? O que ela tem que você não tem? Que sobra em você? O que lhe falta? 
Por você, revi meus conceitos de fracasso, de sucesso, de felicidade, de normalidade.
Por você, me aceitei fracassada, limitada, deficiente, incapaz de fazê-lo aprender. Eu passei a ser um problema também. E na minha angústia, eu entendi muito bem como você se sente.
Ai então, MUDOU VOCÊ, OU MUDEI EU?


Elyanne Brasil
Reunião Planejamento Anual da Escola Municipal Onélia de Oliveira / 2011

Vídeo Apresentado aos professores


A importância da motivação

"Desde o início do século passado, as organizações vêm exigindo um novo estereótipo de trabalhador. Esse novo homem não somente se debate com a difícil arte de viver bem, mas se depara também com a necessidade de acompanhar os constantes avanços tecnológicos, além de enfrentar o desafio de estar sempre a par de uma imensa carga de informações. Ser um bom profissional (no sentido tradicional de eficiência, disciplina, etc.) já não é suficiente para se manter um emprego, é preciso algo mais, o que inclui a própria capacidade de renovar o seu conhecimento. Por isso, e pela necessidade de se mostrar disposto, satisfeito, e em constante inovação para o bom desempenho do trabalho, é necessário estar sempre motivado, pois toda pessoa motivada, se caracteriza por algo mais, impulsionando o desejo de fazer o melhor, inovar, criar novas condições e conduzir os imprevistos com tranqüilidade, e acima de tudo, com criatividade. O processo que envolve a Motivação Organizacional é um processo cíclico, continuado e que sempre funciona em direção a um determinado propósito da organização, que é integrado aos demais processos da empresa, funcionando, desta forma, como um catalisador à consecução de metas. A motivação pode ser definida como um estado interior que induz uma pessoa a assumir determinados tipos de comportamentos e refere-se ao desejo de alcançar algum objetivo, resulta dos desejos, necessidades e vontades de cada indivíduo. Por isso é necessário que os colaboradores estejam sempre estimulados a crescer, a alcançar metas junto à organização, executando assim, um melhor trabalho e relacionamento atingindo os objetivos da melhor maneira possível."