sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Projeto Paz em Ação - Profª Marlene - 5º ano






Projeto Paz em Ação - Profª Clésia - 5º ano













Projeto Paz em Ação - Profª Andreia - 5º ano



A luta pela paz

Ao abrirmos, diariamente, os jornais nos deparamos com notícias sobre fatos violentos, próximos ou distantes de nós, que nos colocam em situação de impacto emocional pela gravidade do que é descrito. Muitas vezes, somos atingidos por um sentimento de indignação e por uma sensação de impotência, diante dos fenômenos que estamos presenciando. Tomamos conhecimento desses fatos não só, através da mídia, mas ,também na família, em ambiente de trabalho e em rodas de amigos. Acompanhando a sensação de impotência que nos atinge aparece, também, o questionamento sobre nossa responsabilidade frente a eles. Surge, então, a pergunta: o que fazer? Fica evidente que estamos vivendo em uma cultura de guerra e de violência 


A dimensão cultural da violência, ou seja, como criação humana, ligada, portanto, ao ato de ensinar, aprender e educar ,abre caminhos que apontam para a possibilidade que temos de poder transformar esse cenário, abandonando o lugar de espectadores passivos da cruel realidade que está pondo em risco a sobrevivência da humanidade. Outro argumento a considerar é que as violências não são fenômenos naturais, assim sendo, está em nossas mãos transformar a cultura da violência em uma cultura de paz. A paz é o contrário de violência, sendo necessário que as reflexões sobre paz e violência sejam realizadas ao mesmo tempo. Como a violência, a paz é, também, um fenômeno complexo, tendo uma dimensão cultural, ligada ao ato de ensinar e de aprender.
A paz não é um estado doado, mas sim construído, colocando-nos como sujeitos e seus construtores. Carlos Rodrigues Brandão, afirma que a paz é “uma criação do exercício generoso do diálogo entre as pessoas que não pode ser outorgado. Um dever de direitos que nos cabe, porque somos individual e coletivamente responsáveis, seres da sociedade, dos povos e nações da terra” (BRANDÃO, Carlos Rodrigues. Em campo aberto: escritos sobre educação e a cultura popular. São Paulo. Cortês, 1995, p.48.)
A construção da paz exige não só o comprometimento pessoal, mas também a ação coletiva, ou seja, o agir em concerto. A paz se constrói a partir do poder que cada um tem, mas que precisa ser fortalecido.
O empoderamento [1] de cada um e da ação coletiva no combate à violência e em prol da paz pode ser reforçado pelo conhecimento da ação de pessoas que dedicaram suas vidas a esta causa, legando exemplos a serem seguidos. Esses exemplos apresentam idéias, métodos e conquistas que apontam para um maior êxito do caminho a percorrer ,no presente, para atingir o que se busca ,na construção da paz. Na impossibilidade de citar todos os que se notabilizaram, na luta contra as violências e na construção da paz-homens, mulheres e crianças, em todos os cantos do planeta, foram selecionados alguns para que suas histórias constituam-se em fonte inspiradora para“ forjar um mundo de justiça, solidariedade, liberdade, dignidade, harmonia e prosperidade para todos “(Manifesto 2000-Por uma cultura de paz.
Pessoas premiadas com o Nobel da Paz. UNESCO). Entre os líderes da paz, destacam-se:
Mahtama Gandhi (1869-1948)- Gandhi foi um indiano que lutou contra o sistema de castas e pela independência da Índia contra o domínio britânico. Ele lutou através da não-violência que consiste na recusa da violência, como forma de resolver os conflitos, e a adoção do princípio da verdade e da justiça. Gandhi congregou o povo indiano a resistir de forma pacífica contra os tribunais e às leis recentemente impostas . Entre as medidas tomadas cita-se: indianos recusaram a cargos públicos, crianças foram retiradas de escolas oficiais, produtos estrangeiros foram boicotados e foi realizada uma marcha até o mar para a extração do sal, desobedecendo às leis britânicas. Foi assassinado em 30 de janeiro de 1948.
Bertrand Russel (1872-1970)-Foi escritor e filósofo inglês que ganhou o premio Nobel de Literatura. Na Primeira Guerra Mundial lutou contra o serviço militar obrigatório e contra a participação de pessoas na guerra, sendo preso por esta razão. Participou dos movimentos contra as armas nucleares .
Martin Luther King Jr. (1920- 1968) Advogado americano e pastor batista lutou contra discriminação racial, através da não-violência. Conseguiu o FM da segregação contra negros, nos Estados Unidos. Recebeu o premio Nobel da Paz em 1964. Em um famoso discurso diz :…Eu tenho um sonho que meus filhos viverão um dia numa nação onde não seriam julgados pela cor de sua pele ,mas sim pela virtudes de seu caráter …
Song Kosal –Foi uma criança que acompanhava sua mãe e irmãos nas plantações de arroz do Camboja ,na Ásia e ao pisar em uma mina terrestre perdeu uma perna .Passou a lutar por um mundo sem armas . Em 1997, no Canadá, assinou o Tratado dos Povos contra as Minas Terrestres. Lançou a campanha mundial – Juventude Contra a guerra. Atualmente, ela é a embaixadora da Campanha Internacional para a Eliminação das Minas Terrestres, viajando pelo mundo inteiro, exortando pessoa a lutarem contra as minas terrestres .
Herbert de Souza, o Betinho (1935-1997)-Atuou na década de 50 como líderes estudantil defendendo os direitos dos operários. Lutou contra a ditadura militar e apoiando as lutas sociais. Militou na Ação da Cidadania contra a Miséria e pela Vida que foi lançada em 1993 com o seguinte postulado: “Não se pode viver em paz em situação de guerra. Não se pode comer tranqüilo em meio à fome generalizada. Não se pode ser feliz num pais onde milhões se batem no desespero do desemprego, da falta de condições mais elementares de saúde, educação, habitação e saneamento. A insanidade de um país que marginalizou a maioria deve terminar agora. Devemos criar em todos os lugares a ação da cidadania em luta contra a miséria e pela vida”
As pessoas que desejam conhecer mais sobre os líderes citados e outros, podem realizar pesquisas divulgando-as, através de peças teatrais, teatros de fantoches, criados ou não pelos alunos. Podem, também, organizar debates, palestras, exposições de fotografias, de textos, de desenhos e pinturas dos temas pesquisados. E promover campanhas, cujos focos sejam inspirados nas ações realizadas por pessoas que lutam ou lutaram pela paz.

Bibliografia:
·         BRANDÃO, Carlos Rodrigues. Em campo aberto: escritos sobre educação e a cultura popular. São Paulo. Cortês, 1995, p.48.
·         GUIMARÃES, Marcelo Rezende. Cidadãos do Presente : crianças e jovens na luta pela Paz. São Paulo: Saraiva 2002.
Fonte: http://www.educapaz.org.br/index.php?option=com_content&task=view&id=118&Itemid=2



quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Alunos Iniciando a plantação do jardim


Projeto Horta e Jardinagem



Nosso objetivo é sensibilizar e conscientizar os alunos de que a vida depende do ambiente e o ambiente depende de cada cidadão deste planeta. Desta forma despertamos o interesse dos alunos pelo cultivo do jardim e em breve o cultivo da horta.  Daremos oportunidade aos alunos de aprender a cultivar plantas utilizadas como alimentos, conscientizando da importância de estar saboreando um alimento saudável e nutritivo.

Eleição Membros da Associação de Pais e Mestres








No dia 22/02/2011 (segunda-feira) foi realizada no Auditório da Prefeitura Municipal de Alexânia - Goiás, a eleição para os Membros da Associação de Pais e Mestres "Onélia de Oliveira".

Na ocasião foram eleitos os membros da Diretoria, do Conselho Deliberativo e Conselho Fiscal.

Contamos com a participação dos pais, professores, coordenadores, direção da escola e da coordenadora do GDE no município que foi quem esteve a frente da eleição.

Mais informações: ESTATUTO DA APM

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Projeto o contador de histórias




Formar leitores é uma tarefa que começa antes mesmo da alfabetização e se estende por toda a vida escolar.


Recebemos em nossa escola a visita da Contadora de História (Nilva). Ela contou histórias aos alunos, que não só ouviram com participaram ativamente das apresentações.
Foi muito interessante, pois as crianças gostam muito de ouvir histórias.
Parabéns pela inciativa! É muito importante incentivar a leitura.



                        "A prática da leitura se faz presente em nossas vidas desde o momento em que começamos a "compreender" o mundo à nossa volta. No constante desejo de decifrar e interpretar o sentido das coisas que nos cercam, de perceber o mundo sob diversas perspectivas, de relacionar a realidade ficcional com a que vivemos, no contato com um livro, enfim, em todos estes casos estamos, de certa forma, lendo - embora, muitas vezes, não nos demos conta." (Maria Carolina, Colégio Santa Clara) 

Ler por prazer é o X da questão. Há quem leia, por exemplo, apenas para se informar, dedicando regulamente algumas horas de seu precioso tempo a jornais e revistas - como você, caro leitor, está fazendo neste exato momento. Trata-se de um hábito mais que saudável, a ser preservado e disseminado, e de suma importância na chamada "sociedade da informação" em que vivemos. Mas ele não necessariamente irá transformar você num apaixonado pela palavra escrita. Da mesma forma, a leitura para estudar, parte da rotina nas salas de aula, tem suas funções pedagógicas, mas não faz despertar a paixão pela literatura. Quem descobre prazer numa obra literária nunca mais.

Projeto Paz em Ação - Profª Josy - 3º ano







A paz em cada um

Conceição Cavalcanti
“A educação para a paz implica na educação do educador”. Esse pensamento fundamenta uma das muitas teorias do psicólogo francês Pierre Weil fundador da Universidade Internacional da Paz ( UNIPAZ ), que dedicou toda uma vida em prol de uma sociedade com menos conflitos.
Em um de seus comentários, Weil afirmava que “a violência impera no mundo, seja nos países ricos ou pobres e que antes de tudo é preciso acontecer uma transformação no processo educacional”. Para ele não adianta “ensinar” a paz por meio de frases bonitas e de argumentos intelectuais. “É  necessário atingir o caráter, as emoções, os sentimentos. E isto é uma questão de educação, muito mais que de ensino e instrução”.
Repensar a forma que fazemos a educação, os modelos cristalizados ainda usados é nosso dever. Temos uma educação que enfatiza o corpo e o intelecto. Trabalhar as emoções, os sentimentos no ambiente escolar se faz vital para a formação de um cidadão. Experimentar, vivenciar e sentir o que é viver em paz consigo mesmo, com os outros e com o ambiente exige tempo e aprofundamento. Exige silêncio. Quantas escolas ensinam a importância de silenciar para se ouvir?
Sentimentos como raiva, ciúme,  inveja, cobiça e outros geradores de violência devem ser parte do currículo para que todos possam conhecer seus aspectos destrutivos e com isso buscar restabelecer uma conexão entre mente, espírito e vida emocional. . Sua proposta é transformar violência em amor.
Diante de tantas tragédias como o caso recente de Eloá seqüestrada e morta pelo ex namorado e frente à declaração de um pai que diz: “a polícia devia ter atirado no meu filho” fica a pergunta: onde encontrar essa paz ? Como ensiná-la? Como vivê-la?

Cada um fazendo a sua parte, semeando, educando a si e ao outro, sendo colo que acolhe como declama Cora Coralina é o caminho para sermos uma humanidade feita de gente de verdade.


Fonte: http://www.anj.org.br/jornaleeducacao/biblioteca/artigos/a-paz-em-cada-um